sexta-feira, 3 de julho de 2009

Com delay!

De Palco do Rock - Blog


Pois é, pessoal. Os comentários sobre a noite de quarta-feira, dia primeiro de julho, estão saindo apenas hoje, quase dois dias depois. Explico: sou um pobre moço atarefado, cheio de provas pra corrigir e coisas pra fazer, além, claro, de ensaiar e tocar. Aproveitando o gancho da explicação, convido os leitores de última hora para comparecerem aos shows da noite no I.U. e, como homens múltiplos que somos, ao palco do Festival Seiva da Terra. No Identidade Urbana o pessoal pode conferir a Contagiros, do grande Barcellos, Dirty Monkey Sex, Noctluka, do famoso Bruno Acosta e companheiros e finalmente, fechando a noite, a banda Livres de Si. No palco do teatro estará acontecendo o Festival Seiva da Terra com a participação de inúmeras bandas de Rock da Cidade e inclusive de Pelotas. Bom, voltando ao tópico inicial, a noite de quarta foi bastante complicada pra mim. O primeiro show que pude ouvir (e não assistir), foi a da MTI.

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Boa banda, muito entrosada, firme mesmo. Cheguei no final do show dos caras, mas deu pra perceber que não deixam nada a desejar se comparados com os grandes nomes do pop/rock nacional que são homenageados no repertório da MTI.

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Felizmente, já dentro da feira e de frente pro palco, tive o previlégio de assistir a banda que eu mais esperava na noite, a The Members. Com um repertório basicamente de músicas de autoria dos membros da banda, os membros só não tocaram a si mesmos no final do show, fizeram um 69 (Eyes - "Framed In Blood") e um momento descontraído de remember com "Streets of Philadelphia", do tiozão Bruce Springsteen. Show do caramba. Presença de palco, participação do público, música própria, tudo muito bom... exceto pelos pequenos problemas técnicos. Em alguns momentos a guitarra simplesmente sumia da frente.

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Ao final do show, conversando com o guitarrista da Members, Sr. Marcos Souza, verifiquei que o problema era com o AC/DC. Não, não a banda, mas a energia elétrica, as tomadinhas. Tudo bem, problemas técnicos sempre existiram e sempre existiram. Nada que tirasse o brilho do show bacana da The Members. Destaque pra giradinha - já clássica - de camiseta do frontman Rick Soares.

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O show seguinte também era um dos que eu realmente queria ver. A The Putados sempre chamou minha atenção não apenas pela excelente qualidade sonora, mas também pelo apelo quase teatral da banda. No palco, os músicos da The Putados encarnam personagens mutreteiros bem conhecidos do povo brasileiro. Com nomes como Walter Big Pizza, Fofão Mensalão e por aí vai, a banda trata com humor as caricaturas muito bem apresentadas no palco. Contudo, o destaque maior vai pro sonzão dos caras. Ops, só caras, não! A The Putados conta com Paulinha Maracutaia nos vocais, o que concede aos marmanjos uma grande possiblidade de explorar nuances atípicas ao lugar comum visto volta e meia por aí. O som bastante funkeado também tem momentos de Surf Music e rock/blues e afins.

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Em suma, um baita show pra quem, além de humor, curte qualidade. O último show da noite foi a da não tão jovem Lastweek. Digo não tão jovem por saber que todos alí já estão faz um tempão batalhando por espaço no meio dos dinossauros. E conseguiram. Ok, ok! Admito que ainda me assusto quando escuto o início do show da Lastweek. O estilo também conhecido por escreamo é uma vertendo do hardcore melódico com uma pitada de algo mais poluído, os gritos a grosso modo. Depois que o ouvido acostuma fica mais fácil entender a proposta da Lastweek. E é uma boa proposta. Coesa e bastante pesada, a banda mostrou que possui energia de sobra pra mover o público - muito grande, por sinal - que estava lá para conferir (e alguns apenas pra isso mesmo) o showzão que seguiu. Não tive oportunidade de ver o show até o fim, mas duvido que a banda tenha deixado a desejar. As fotos, como sempre, são cortesias de Titi. Era isso, pessoal. Mais uma noite no palco I.U. na FEARG pra entrar pra história e provar que o espaço cedido está sendo bem usado. Abraços e até a próxima.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Quarta-feira pra se aquecer.

Hoje, quarta-feira, a partir das 19h, o público da FEARG/FECIS poderá conferir a apresentação de quatro bandas papareias e prestigiar suas composições. Nesta quarta-fria (mais uma), sobem ao palco: MTI (19h),  The Members (20h), Os The Putados (21h) e  Lastweek (22h) encerrando a sessão.
O Rio Grande em Bandas fez a cobertura dos shows da MTI e do pessoal da The Members, no ano de 2007, no Palco do Rock. Para saber como foi e ter um gostinho do que pode vir a rolar logo mais, é só clicar aqui:
Lembrando que o palco Identidade Urbana se localiza no parte exterior da feira, próximo ao parque de diversões. Não perdam!

Crosword/Wander Vogel/Kandelabro/Rumble Fish @ FEARG 2009

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29 de Junho de 2009.
Crosword/Wander Vogel/Kandelabro/Rumble Fish @ FEARG 2009.

Primeiro dia, com o show da E.T.H.E.R.? Ausente. Motivo? Trabalho.
Segundo dia, com os shows das bandas de metal? Ausente. Motivo? Ensaio.
Terceiro dia de rock no Palco Identidade Urbana? PRE-SEN-TE! Motivo? Feriado.

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Pois é. Não fosse o feriado, eu teria que ficar de fora de mais essa oportunidade de comprovar (Crossword e Rumble Fish), relembrar (Wander Vogel) e conhecer (Kandelabro) grandes talentos da música local, escolhidos sem erro de critério por Law Tissot para integrarem esta noite no palco Identidade Urbana da FEARG.

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A Crossword entrou com seu pós-grunge sólido, pesado e ao mesmo tempo 'FM'ish e acessível. Tocou alguns hits, como "How You Remind Me", do Nickelback e "Breakout", do Foo Fighters; alguns covers mais obscuros, como as duas músicas do Theory Of A Deadman (fico feliz em ser o "propagador oficial" do T.O.A.D. e saber que mais gente está curtindo essa banda Canadense), além de "Metalingus", do Alter Bridge (com participação de William, da Drowsiness) e os costumeiros Silverchairs. Entretanto, as melhores músicas foram as quatro próprias. "For All Of Us" um pouco mais riffeira e pula-pula. "Looking At You" funcionando bem ao vivo, com suas mudanças de andamento e, obviamente, mais crua, sem o arranjo orquestrado da versão do HD Virtual. "Trust" sendo a cara da banda, fluindo com naturalidade, além da nova "Afternoon", mantendo a coerência estética e sonora. Apreciei sem moderação e baterei um papo construtivo com o Lester, ainda assim.

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A Wander Vogel já era conhecida minha de outros carnavais. Sempre foi uma banda de inegável talento vocal e instrumental, mas desta vez prestei igual atenção na parte composicional. Constatei que a banda não investe muito em refrões, o que é algo ousado e diferenciado. Os vocais de Leandro e Mauro seguem excelentes.

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A banda conta com três guitarras e com uma relação de baixo e bateria bastante técnica e intrincada. A minha favorita foi uma faixa com uma pegada mais Pearl Jam (obviamente). Eles só tocaram músicas próprias.

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A Kandelabro faz um rock na linha 80's, com ligeiras semelhanças à Sisters Of Mercy, Joy Division e até Legião Urbana ou Secos e Molhados, por ser em português. Impossível deixar de notar o baixo acústico, tocado pelo Pedro. Criou um efeito diferenciado, especialmente no visual.

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Bom timbre de guitarra, boas batidas do Eninho (muito seguro e econômico) e excelente performance e letras do frontman. A banda apresentou letras intrigantes, com bastante conteúdo e não muitos refrões - por sinal, ainda lembro bem do refrão da última faixa do show (acredito que o título desta música seja o próprio
nome da banda). Bom trabalho, Kandelabro! Anseio por um registro de estúdio. Eles também só tocaram músicas próprias.

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A Rumble Fish encerrou a noite com uma performance bastante convincente, contando com músicos do porte de Leôpa [baixo/vocal], Feijão [bateria/vocal], Adriano [guitarra/vocal], além de terem tido o reforço de Magalhães [percussão] e Axel Antunes [teclados] em boa parte do repertório.

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Interessante o fato de a Rumble Fish estar arriscando composições próprias - algo que eu não esperaria deste trio. Devo dizer que são músicas que não ficam, de forma alguma, aquém dos covers que executam. Desta forma, criei em mim uma expectativa alta para uma futura gravação dos Rumble Fish. Os covers de "Remedy", dos Black Crowes e "Love Me Two Times", do The Doors, parecem ter sido os recebidos com a maior empolgação por parte dos presentes, que até não eram exatamente muitos, mas todos muito atentos, trocando ideias entre si e, evidentemente, aplaudindo - não só a Rumble Fish - mas as bandas anteriores também.

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Uma noite bastante proveitosa e uma forma muito salutar de pegar um fôlego neste feriado pré-correria/final de semestre. Ao contrário do que possa estar sendo pregado, o clima estava 100% paz, amor e entendimento - usando os termos cunhados por Costello (e
alguma vez foi diferente, hein?)!

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Mande material de sua banda para musicabigriver@gmail.com e integre o HD Virtual local!
Prestigie baixando, ou dando play em músicas executadas ou compostas por riograndinos no HD Virtual local, cujo endereço é:

musicabigriver.4shared.com
senha: musicabigriver

e torne-se um fanático por música local.

Texto recebido do colaborador Rk (Imprensa Musical em Rio Grande http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=25804247) e fotos de Titi (http://www.flickr.com/photos/thiagopiccoli).

terça-feira, 30 de junho de 2009

Arqué...

Pois muito bem, cá estou a redigir meu post de estréia neste blog.
Inicío com à grata satisfação de cumprimentar a todos os leitores que possam vir a acompanhar este, que é mais um interessante(funcional) painel divulgador dos mais diversos trabalhos músicais desta cidade.

Utilizarei este espaço semanalmente com o intento de divulgar alguns trabalhos músicais e emitir qualquer opinião que julgue relevante.

Vamos começar então.

É evidente que não posso deixar de falar da FEARG, que antes de qualquer discussão filosófica, trata-se de um momento cultural.

E tratarei da minha única experiência na feira deste ano(até agora), que aconteceu na noite de ontem. Da qual participei(como convidado) do show da Rumble Fish.

Por questões de trabalho, não pude comparecer para assistir os shows anteriores(o show da Rumble fechava a noite).
Apenas pude conferir os momentos finais do show da Kandelabro, e confesso que apesar de não ser um tipo de som que me agrade, fiquei muito feliz em perceber no vocalista uma interpretação verdadeira. O que infelizmente não se vê por aí.
Fico muito feliz de ver um sujeito artista em cima do palco! Alguém que tem mensagens a passar, e assim o faz, condizente com o seu estilo, o que só pode ter por consequência a verdade mais pura, que deveria ser o intento que qualquer artista.

Falando agora do show da Rumble Fish, só tenho a agradecer o convite do Leôpa, do Marco e do Adriano. Foi uma grande honra fazer parte(mesmo que por 45 min) desta grande banda!

A platéia se manteve firme após o show da "Kandelabro" em vista do frio que fazia, e das constantes ameaças de chuva que rugiam daquele céu bravo e nublado...

Mas, o Rock'n Roll é uma força mais persuasiva, e o público que ali aguardava pelos primeiros acordes da Rumble, regozija-se com uma abertura digna do porte deste trio.
2 músicas próprias da melhor qualidade e no melhor estilo da banda. Com uma pegada de Rock'n Roll anos 70 e com os vocais harmoniosos e afinadíssimos! Ambas cantadas pelo Leôpa, com letras do Marco.
Logo após, tive a honra de ser convidado a adentrar o palco, e como boas vindas, detonamos o clássico do Uriah Heep, "Easy'Livin". Música matadora e interpretada com fidelidade ímpar pela banda!
O show seguiu com a convocação de um convidado mais que especial. Magalhães na percussão, entra com toda a músicalidade necessária para incorporar um instrumento de natureza distinta ao rock da Rumble Fish, e assim se deu outro clássico, "Long Train Running" da banda Doobie Brothers. E mais uma vez, o destaque fica para a gloriosa harmonia vocal da banda.
A noite de clássicos continua com"Miss you" dos Rolling Stones, e o destaque agora é dado ao clima criado na canção, quando o swing da percussão e a pegada clean do Fender Rhodes no teclado, convergiram com o peso habitual da Rumble Fish, momento memorável!
Um som mais recente, mas não por isso menos importante, dá continuidade ao show.
Com "Remedy" da banda Black Crowes, a Rumble mostra que é capaz de executar sons mais modernos com extrema fidelidade.
"Sweet Home Alabama" do Lynyrd Synyrd, da prosseguimento ao bombardeio de clássicos, sendo talvez, a música de maior receptividade da platéia.
Chegando ao final do show, a música "Love me two times" do The doors não estava nos planos, mas se fez necessária e marcou um grande momento do show.
O Show foi encerrado com chave de ouro. Atendendo a pedidos, The who marcou o final do show da Rumble Fish na Fearg de 2009!



Foram 45 minutos muito felizes da minha vida! Obrigado mais uma vez aos guris da Rumble Fish!


E vou ficando por aqui amigos.
Semana que vem, estarei de volta com a entrevista de uma banda que vem fazendo grandes shows na nossa cidade!


Um grande abraço
Axel Antunes






Críticas e sugestões - axlrg_@hotmail.com

Quente noite do frio metal

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Não é sempre que um evento como a FEARG acolhe em um de seus palcos bandas como as que estiveram por lá nesse último sábado, dia 27 de junho. Os show acontecidos foram a prova necessária para quem não acreditava no potencial do estilo em relação ao contexto da feira. Nos momentos em que me afastei do palco para comprar algo bebível tive a oportunidade de perceber que o público do palco principal - pasmem - era menor que o do Identidade Urbana. Sobre os shows, posso dizer que sempre tive boas considerações pra fazer sobre as bandas que lá tocaram.

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Quem chegou cedo conseguiu conferir a Montreal, uma banda bastante pesada, mas com o lirismo peculiar das linhas de hardcore melódico e afins da nova geração. Um som bastante consistente e bastante original pro contexto da cidade. A Montreal, escalada aos 48 do segundo tempo pra feira, não deixou a desejar, mas infelizmente não contava com tanto público logo no início. Em seguida, no fim da tarde, ao cair do primeiro sereno da noite, subia ao palco a War Machine, banda da qual faço orgulhosamente parte. No repertório uma mistura bastante branda de covers e influências e composições próprias, todas em língua inglesa. No repertório de covers Deep Purple, Whitesnake, Mr. Big, Rush e outros. De acordo com Law Tissot, destaque para o short do baterista Lizandro Mello.

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Após o show da War Machine subia ao palco a banda Drowsiness. Confesso que descreditei a capacidade da banda de conseguir entrar no clima do palco naquele dia específico. No momento do ínicio do show já era visível que a banda não ficaria descontextualizada naquela fria noite de quente metal ou quente noite de frio metal. Com muito vigor e pegada, a Drowsiness fez um show brilhante, atípico e ao mesmo tempo surpreendente para aquela noite em especial. Com os acordes de "Back In Black" do AC/DC, subia ao palco a New Hell, banda já veterana nos palcos de Rio Grande. Com um repertório significativo em termos de covers, a New Hell começou a aquecer o público que chegava sedento por metal. Destaque maior para as guitarras de Gustavo e a presença do baixista da banda, Lobato.

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O último bloco do palco Identidade Urbana (que nessa noite virava mais uma vez o mitológico palco do rock) se aproximava enquanto a New Hell fechava o seu show com muito vigor. Abrindo com a antológica "Refuse/Resist" do álbum Chaos A.D. do Sepultura, a Hammer, banda que fazia sua estréia naquele momento, levantava o público já quente e presente no palco. O show da Hammer, assim como o da New Hell, foi recheado de cover excelentes, do Metallica até o Motorhead. Um show muito pegado e pesado, mostrando a cara de uma nova grande banda de metal tradicional pra cidade. Destaques para a língua do baixista Gene e para a presença e segurança do vocal Thiago (ex Estrada), que além de suprir as necessidades vocalisticas da Hammer sabe como dominar o público no show. Finalizando a noite, e nada mais justo, estava a Gothic Sky. Com seu estilo gótico e vampírico, a Gothic Sky criou a atmosfera necessária para fechar a noite daquele dia 27 de junho. Dividindo vocais fúnebres com lamentos mórbidos, a banda ainda conta com elementos de viking metal além do clima Edgar A. Poe. Por sinal, ao ler um conto ou um poema do autor norte-americano, sugiro degustar o som da Gothic Sky. Além disso, destaque para a nova fase e o mais novo membro da banda, Moisés, um dos grandes nomes do underground e da música da cidade. Vale lembrar também que a Gothic Sky tem seu foco no trabalho próprio, o que valoriza ainda mais a identidade da banda e lhe assegura um destaque ainda maior.

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Em suma, a noite de sábado no Identidade Urbana, onde skate e metal interagiam e se integravam, não poderia ter sido mais interessante e agradável. Mais um mérito para a feira e para as bandas que fizeram do evento o palco de um espetáculo nem sempre visto com bons olhos por aí. Era isso.

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domingo, 28 de junho de 2009

De volta ao lar

Hey, pessoal! Depois de muito tempo longe do blog por inúmeros motivos, estou retomando as atividades jornalísticas musicais (sim, jornalísticas, pois foi decidido que qualquer um é jornalista hoje em dia, não é? Vergonha, mas assunto pra mais entendidos que eu). De qualquer maneira, incentivado por Felipe Tramasoli e Titi, estou agora, além de motivado, com ajudas de grande importância pra contar pra todos o que tem acontecido e o que está acontecendo em Rio Grande em termos musicais. Como todos sabem, é período de FEARG - provavelmente um dos eventos de maior importância pra música na cidade. Aproveitando o momento, estaremos (eu, Tramasoli e mais outros possíveis colaboradores) falando um pouco sobre as apresentações no evento de acordo com nossa percepção. Devo lembrar a todos que não somos vinculados a nada, nenhuma empresa, instituição ou qualquer coisa do tipo, somos totalmente independentes e estamos aqui pra falar sobre o que pudermos e de acordo com nossos pontos de vista. É apenas uma maneira alternativa e independente de atualizar os leitores do blog e usuários da internet sobre o contexto atual de determinados nichos da música da cidade. Era isso! Espero que continuem acessando como sempre e também comentando nos posts. Abraços e até mais.